segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Governo de MG vai receber pedidos de aposentadoria da Lei 100 neste mês

Segundo secretaria, 8 mil profissionais devem requisitar benefício.
Servidores devem ser exonerados e substituídos por concursados.
Do G1 MG
O governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e a Secretaria de Estado da Educação (SEE), vai receber pedidos de aposentadorias de profissionais afetados pela “Lei 100” a partir do dia 28 de setembro.
A estimativa é que cerca de 8 mil pedidos devem ser feitos. Segundo o governo, 5,2 mil solicitações de aposentadorias já estão sob análise.
Em março de 2014, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a “Lei 100”, que efetivou servidores não concursados, era inconstitucional, e determinou que os funcionários deixassem os cargos. A decisão afeta cerca de 60 mil servidores da área da educação que hoje atuam no estado sem ter passado por concurso público.
Os trabalhadores interessados em entrar com o pedido de aposentadoria devem procurar as Superintendências Regionais de Ensino a partir do dia 28 de setembro com documentação que comprove o tempo de trabalho.
Uma estrutura para tirar dúvidas também foi preparada,  de acordo com o governo. O trabalhador poderá ligar para o RH Responde, enviar um e-mail ou agendar um atendimento presencial.

Os servidores afetados pela Lei 100 precisam ser substituídos por funcionários concursados até dezembro deste ano.

ÚLTIMO DIA DAS INSCRIÇÕES AOS CURSOS TÉCNICOS GRATUITOS DA UTRAMIG

Alunos terão ajuda para transporte

As inscrições para os cursos técnicos gratuitos da UTRAMIG, ofertados via PRONATEC, serão encerradas hoje, dia 14 de setembro, às 17h. Além da gratuidade, os estudantes têm direito a auxílio transporte. As inscrições devem ser feitas pelo site da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, www.educacao.mg.gov.br. Para se candidatar, é preciso estar regularmente matriculado no Ensino Médio, a partir do segundo ano, prioritariamente em instituições da rede pública.
São oito cursos: Análises Clínicas, Eletrônica; Enfermagem; Informática; Meio Ambiente; Recursos Humanos; Segurança do Trabalho e Telecomunicações, distribuídos na sede, em Belo Horizonte (790 VAGAS), e nas unidades de Nova Lima (90 VAGAS) e Uberlândia (260 VAGAS).
Mais informações: Facebook Utramig
Pronatec 2015
Inscrições
Até 14/9, às 17h, pelo site da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais.
www.educacao.mg.gov.br
Matrículas
21/9 a 5/10
Início das aulas
19/10
PASSO A PASSO
1. Acessar o site da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais www.educacao.mg.gov.br
2. Buscar no site a palavra “Pronatec”
3. Acessar a notícia e clicar no link.
4. Clicar duas vezes sobre a imagem “Pronatec”.
5. Ler o manual do candidato.
6. Preencher o formulário e selecionar o CURSO DA UTRAMIG.
7. Marcar o item “Declaro, sob as penas da Lei, que as informações aqui prestadas são verdadeiras.”
8. Aguardar o resultado que será divulgado no dia 18 de setembro.


sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Setembro Amarelo alerta para casos de suicídio

Organizada pela Associação Internacional de Prevenção do Suicídio, a campanha tem como objetivo divulgar ações preventivas


A cada 40 segundos, uma pessoa se suicida no mundo, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde. Em uma tentativa de reduzir esse número — a meta da OMS é diminuir em 10% a taxa mundial até 2020 —, a Associação Internacional de Prevenção do Suicídio criou a campanha do Setembro Amarelo e estabeleceu o dia 10 de setembro como o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio. A ideia é discutir o assunto e divulgar ações preventivas.

Código de Defesa do Consumidor completa 25 anos

Lei se tornou marco da cidadania no Brasil


O Código de Defesa do Consumidor (CDC) completa 25 anos. Promulgada em 11 de setembro de 1990, a Lei no 8.078 entrou em vigor em 11 de março de 1991, inserindo no ordenamento jurídico brasileiro uma política nacional para relações de consumo. Antes disso, os problemas no relacionamento entre consumidores e fornecedores de bens e serviços eram dirimidos pelo Código Civil, que se mostrava insuficiente para dar conta dos fenômenos cada vez mais sofisticados e dinâmicos decorrentes da moderna sociedade de consumo.
A necessidade de criar uma lei específica ficou ainda mais evidente ao se verificar que as mudanças econômicas ocorridas ao longo do tempo tornavam as relações de consumo mais complexas, colocando o consumidor em posição extremamente vulnerável. Nesse sentido, o CDC nasceu como uma resposta legal protetiva, objetivando ainda estabelecer a transparência e a harmonia entre consumidores e fornecedores. 
Mais do que uma legislação fiscalizadora e punitiva, o Código criou uma cultura de respeito aos direitos de quem consome produtos e serviços.
Certamente, todas essas finalidades às quais a lei se propõe ainda não foram alcançadas, mas é inegável que, em pouco mais de duas décadas de vigência, o CDC trouxe enormes avanços em relação às práticas e aos costumes do mercado, estabelecendo novos parâmetros para as relações jurídicas entre consumidores e fornecedores. Para além disso, representou também um marco no exercício da cidadania, pois transformou o consumidor em cidadão portador de direitos que devem ser respeitados.




Ao contrário do que ocorre com muitas leis no Brasil, o CDC “pegou” e está presente no dia a dia do consumidor, sendo inclusive de fácil acesso. Afinal, por determinação da Lei no 12.291, sancionada em 20 de julho de 2010, é obrigatório que os estabelecimentos comerciais ou de prestação de serviços disponibilizem ao público um exemplar do Código para consulta. Muitos cidadãos, contudo, ainda têm dificuldade para compreender certos princípios e termos contidos nele. Para facilitar o entendimento, o IDEC reuniu algumas das expressões encontradas no CDC:

Acidente de consumo: ocorre quando um produto ou serviço prestado com defeito provoca dano físico ao usuário ou a terceiros, mesmo quando utilizado de acordo com as instruções. Por exemplo, choque elétrico ao manusear aparelhos eletrodomésticos, corte ao abrir uma embalagem etc;

Cláusula abusiva: cláusula contratual que cria um evidente desequilíbrio entre os direitos e as obrigações das partes envolvidas na relação de consumo, pois onera excessivamente o consumidor e favorece o fornecedor (o que em “juridiquês” significa vantagem manifestamente excessiva);

Contrato de adesão: é aquele redigido pelo fornecedor, sem que o consumidor tenha a possibilidade de discutir ou modificar seu conteúdo. No entanto, as cláusulas que venham a limitar os direitos do consumidor devem estar destacadas e aquelas consideradas abusivas serão consideradas nulas (o consumidor deve procurar a Justiça para conseguir a declaração de nulidade da cláusula abusiva);

 Desconsideração da personalidade jurídica: a distinção entre pessoa jurídica e pessoa física surgiu para resguardar bens pessoais de empresários e sócios em caso de falência da empresa. Porém, muitas vezes, abusa-se dessa proteção para lesar credores/consumidores. Sempre que a personalidade jurídica for obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores, o juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica, permitindo que os donos da empresa respondam com os próprios bens pela reparação do dano causado;

 Execução: é o procedimento legal por meio do qual se exige o cumprimento forçado de um direito reconhecido numa decisão judicial definitiva;

Hipossuficiência: a hipossuficiência do consumidor tem relação com a sua carência econômica e é um dos requisitos para a inversão do ônus da prova (veja a letra “I”). Como o CDC determina que a defesa do consumidor seja facilitada, aquele que não puder arcar com os custos de um processo judicial será beneficiado com a isenção do seu pagamento, assim como dos honorários do perito, caso este seja necessário para a produção de provas;

Inversão do ônus da prova: o CDC prevê a possibilidade de o juiz dar ao réu (fornecedor) o encargo (ônus) de provar que as alegações do autor da ação (consumidor) não correspondem à verdade dos fatos. Esse processo recebe o nome de “inversão do ônus da prova”. O juiz pode aplicá-lo se acreditar que a prova a cargo do consumidor é muito difícil de ser feita — por dificuldade econômica ou técnica de se provar os fatos constitutivos do seu direito — ou bastante onerosa. Ou ainda se estiver convencido de que os argumentos alegados pelo autor da ação são verossímeis;
Liquidação de sentença: é o procedimento através do qual, tendo o processo chegado ao fim, se apura o valor a ser pago ao credor, a fim de que a sentença seja cumprida;

Prescrição e decadência: ambas têm a mesma consequência jurídica: a impossibilidade de exigir o cumprimento de um direito que não foi exercido durante o período de tempo legalmente estipulado. Assim, a prescrição ocorre quando a reparação de um direito violado não é exigida judicialmente no prazo que a lei define. Por exemplo, quando ocorre um acidente de consumo (veja letra “A”), o direito de o consumidor ter acesso a um produto seguro foi violado. Ele tem, então, cinco anos para pedir a indenização na Justiça; se não o fizer nesse prazo, nunca mais poderá fazê-lo.

Já a decadência ocorre quando um fato gera um direito ao consumidor e e este não o exerce no prazo definido na lei. Por exemplo, quando um produto apresenta defeito, ele pode ser trocado. Esse direito precisa, obrigatoriamente, ser exercido no prazo estipulado na lei;

Publicidade enganosa e abusiva: ciente de que hoje a publicidade tem grande impacto na vida do consumidor, podendo alterar hábitos, criar necessidades e mudar comportamentos, o CDC preocupou-se em coibir a publicidade enganosa e abusiva, ou seja, aquela que contém informações falsas ou incompletas sobre os elementos do produto e do serviço, desrespeitando valores éticos e induzindo o consumidor a adotar comportamentos prejudiciais à saúde ou segurança;

Responsabilidade objetiva: é aquela na qual o causador do dano deve reparar a lesão sem a necessidade de provar sua culpa (por imperícia, imprudência ou negligência). Para caracterizá-la basta verificar a existência de vínculo entre a conduta/atividade do agente e o dano produzido (nexo de causalidade). O CDC estabeleceu a responsabilidade objetiva em todos os acidentes de consumo, quer decorrentes de fornecimento de produtos quer de serviços;

Responsabilidade solidária (“solidariamente responsável”): ocorre quando mais de uma pessoa ou empresa pode ser responsabilizada, em igual intensidade, pelo cumprimento de uma obrigação. Por exemplo, o fabricante, o comerciante e o importador;

 Vício do produto ou do serviço: vício, para o CDC, é o mesmo que defeito. O vício do produto ou serviço pode ser de qualidade ou quantidade;

 Vulnerabilidade: na relação consumerista, a vulnerabilidade é um pressuposto de que o consumidor é a parte mais fraca da relação frente ao fornecedor de produtos ou serviços. A vulnerabilidade pode ser técnica (o consumidor não possui conhecimento sobre o produto ou serviço, podendo ser iludido); jurídica (falta a ele domínio de questões jurídicas, econômicas e financeiras presentes nessas relações); e fática ou socioeconômica (o consumidor, em geral, está em situação de inferioridade diante do poderio econômico do fornecedor);


 Sentença transitada em julgado: é aquela contra a qual não cabem mais recursos, tornando-se, portanto, definitiva e imutável.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Redução da alíquota sobre etanol em Minas Gerais criou um novo fluxo logístico no estado


A BR 262, rodovia que liga a região central de Minas Gerais e Belo Horizonte com o Triângulo Mineiro - principal área produtora de cana-de-açúcar no estado -, nunca foi tão percorrida por carretas transportando etanol como vem acontecendo desde o início de 2015, quando entrou em vigor no território mineiro a lei que reduziu a alíquota do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o etanol, que caiu de 19% para 14%.
"Desde então, o consumo do hidratado no estado cresceu a passos largos. Mas, além da criação do mercado, criamos um novo fluxo logístico. Antes o que Minas Gerais produzia tinha que vender no estado de São Paulo. Hoje Minas pode vender em SP, mas está vendendo em MG mesmo", frisa Mário Campos, presidente da Siamig (Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais).
Segundo ele, o fluxo logístico melhorou. "E quando houve a mudança do fluxo logístico, paramos de concorrer no mercado paulista, o que pode gerar até no longo prazo prêmios logísticos. Se antes tínhamos até um deságio, pois tínhamos que vender onde já tem produção significativa, hoje as empresas mineiras podem usufrui do preço de mercado de todas as outras usinas de São Paulo", diz.




O produtor de etanol de Minas Gerais deixou de ser penalizado com deságio que havia por conta de diferença de frente. "Hoje temos outra condição. Apesar disso, infelizmente ainda não estamos conseguindo internalizar os ganhos que o mercado nos proporcionou em termos de oportunidade, uma vez que até agora - final de agosto de 2015 - vendemos etanol a preço inferior de 2014. E não estamos conseguindo internalizar porque a crise financeira obriga as usinas a produzirem e imediatamente venderem", conclui Campos.
(Fonte: Cana Online – 08/09)

Fórum Regional de Desenvolvimento do Triângulo do Norte reúne mais de 2 mil pessoas em Uberlândia

 Na foto, a presidenta da Utramig, Liza Prado, com o secretário da Sedese, André Quintão, o deputado estadual Elismar Prado e as representantes da unidade da Utramig em Uberlândia

Estamos aqui para ouvir e governar a Minas Gerais real”, diz Pimentel

Mais de duas mil pessoas participaram, nesta quarta-feira, em Uberlândia,
da instalação do Fórum Regional de Desenvolvimento do Triângulo do Norte

“O nosso jeito de trabalhar é diferente. Estamos aqui para ouvir e governar a Minas Gerais real”. A afirmação é do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e foi feita durante a abertura do Fórum Regional de Governo – Território Triângulo do Norte, nesta quarta-feira (9/9), em Uberlândia. Mais de duas mil pessoas participaram do evento.
O governador destacou a mudança de atitude da nova gestão voltada para a participação popular e a regionalização das políticas públicas. “É um mecanismo de participação muito amplo para que, de fato, as regiões participem. Tem gente que é contra esse modelo, que quer um governo fechado dentro do Palácio da Liberdade ou do Palácio Tiradentes e de costas para o Estado. Querem que o governador não venha nas regiões e não converse com as pessoas. Esse não é o nosso modelo. O nosso jeito de trabalhar é diferente”, destacou Pimentel em seu discurso.
O governador ressaltou que, apesar das dificuldades financeiras encontradas pela nova administração e um déficit de R$ 7,2 bilhões nas contas do Estado, já foi possível avançar em vários setores, como o acordo para pagamento do Piso Nacional da Educação aos professores da rede estadual de ensino, a instalação do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania para Demandas Territoriais Urbanas e Rurais e de Grande Repercussão Social (Cejus Social) e a desburocratização dos licenciamentos ambientais.
“Mesmo com as enormes dificuldades, nós já começamos a mudar Minas. Atendemos a uma reivindicação dos professores, pagando os salários. Era uma reivindicação justa e histórica. Começamos a resolver os licenciamentos parados do Meio Ambiente e começamos uma política nova de tratar as ocupações de terra. Não é com violência não, é com diálogo. Por isso criamos a mesa permanente de negociação e os movimentos sociais fazem parte dela”, disse.
O governador também ressaltou que sua gestão será voltada para os esquecidos. “Nós governamos para os esquecidos, o que não são vistos, os abandonados, desamparados, para aqueles que, muitas vezes, são humilhados. E tem gente que é contra isso e é contra nós. Temos que trabalhar para os esquecidos. Eu fiz isso a minha vida inteira, eu vou governar para os que mais precisam e eu preciso de vocês”.

Território Triângulo do Norte
Este foi o 14º Fórum Regional de Governo instalado do total de 17 que serão criados em todo o Estado. Os dados colhidos vão orientar a elaboração do Plano Plurianual de Ações Governamentais (PPAG) e o Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI). Mais de 14 mil pessoas já participaram desses encontros para a elaboração e avaliação de políticas públicas regionalizadas a partir da participação popular. “O governo tem o dever de conhecer as faces de Minas Gerais. 

Representando a Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o deputado estadual Elismar Prado valorizou as ações já realizadas pela administração estadual, inclusive em parceria com o Legislativo. “É um novo modelo, uma nova atitude em administração pública. É forma de administrar a Minas real, e não a da propaganda e a da ficção”.
Participaram da solenidade dezenas de secretários de Estado, diretores de empresas ligadas ao Estado, prefeitos, deputados federais e estaduais, vereadores, presidentes de associações de municípios e representantes de movimentos sociais.
O Território Triângulo do Norte é composto 30 municípios, divididos em três microterritórios: Ituiutaba, Patrocínio e Uberlândia.

Municípios integrantes do Território do Triângulo do Norte
Abadia dos Dourados
Gurinhatã
Araguari
Indianópolis
Araporã
Ipiaçu
Cachoeira Dourada
Iraí de Minas
Campina Verde
Ituiutaba
Canápolis
Monte Alegre de Minas
Capinópolis
Monte Carmelo
Cascalho Rico
Nova Ponte
Centralina
Patrocínio
Coromandel
Prata
Cruzeiro da Fortaleza
Romaria
Douradoquara
Santa Vitória
Estrela do Sul
Serra do Salitre
Grupiara
Tupaciguara
Guimarânia
Uberlândia



quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Últimos dias: inscrições aos cursos técnicos gratuitos da UTRAMIG terminam dia 14


As inscrições para os cursos técnicos gratuitos da UTRAMIG, ofertados via PRONATEC, serão encerradas na segunda-feira, dia 14 de setembro. São oito cursos: Análises Clínicas; Eletrônica; Enfermagem; Informática; Meio Ambiente; Recursos Humanos; Segurança do Trabalho e Telecomunicações, a serem ministrados na sede da Fundação, em Belo Horizonte (790 VAGAS), e nas unidades de Nova Lima (90 VAGAS) e Uberlândia (260 VAGAS).
As inscrições devem ser feitas pelo site da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, www.educacao.mg.gov.br. Para se candidatar, os estudantes devem estar regularmente matriculados no Ensino Médio, a partir do segundo ano, prioritariamente em instituições da rede pública.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Utramig chega ao Vale do Aço

A advogada da Utramig, Carolline Ribas, a presidenta da Fundação, Liza Prado, a deputada Rosângela Reis com o chefe de gabinete Célio Aleixo


A presidenta da Utramig, Liza Prado, assinou nesta quarta-feira convênio para a expansão da Fundação, que chega ao Vale do Aço neste segundo semestre. A expansão deve-se à atuação da deputada Rosângela Reis, com o objetivo de gerar mais oportunidades de qualificação técnica para a região. Rosângela Reis já havia solicitado ao Governo do Estado e à Secretaria Trabalho e Desenvolvimento Social, que o Vale do Aço tenha uma unidade da Utramig, como acontece em Uberlândia e Nova Lima. Com cerca de 1.400 alunos em oito cursos técnicos profissionalizantes, ministrados na sede, em Belo Horizonte e nas unidades de Uberlândia e Nova Lima, a Utramig terá 120 vagas gratuitas dos cursos técnicos de Segurança do Trabalho e Informática em Ipatinga, com o início das aulas previsto para o próximo dia 14 de outubro. “Nosso projeto é focado no jovem do Vale do Aço, proporcionando a essa população a qualificação técnica para atender à grande demanda da região”, destaca Rosângela. As aulas serão ministradas na Associação Ação Social pela Vida, na Avenida do Livramento, 285, no Bairro Veneza II, em Ipatinga.

Liza Prado participa da instalação do Fórum Regional Metropolitano, em Contagem, que reuniu mais de duas mil pessoas


 A presidenta da Utramig, Liza Prado, foi uma das autoridades presentes no Fórum

Mais de duas mil pessoas participaram, na manhã desta quinta-feira (3/9), em Contagem, da instalação do Fórum Regional de Governo – Território Metropolitano, que tem como principal objetivo oficializar a participação popular na elaboração, execução e avaliação de políticas públicas regionalizadas. O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, destacou em seu discurso a importância do programa para definir as prioridades de cada região, evitando o desperdício de tempo e de recursos.
“De fato, tem gente que não acredita nesse modelo, nesse sistema, nessa organização, na participação do povo, no diálogo, na possibilidade de você construir um governo eficiente, ouvindo as pessoas. Nós fomos governados por 12 anos em Minas Gerais por gente que não acreditava nisso”, afirmou o governador, ressaltando que a definição de prioridades é a melhor maneira de se governar de forma eficiente, principalmente com a dificuldade financeira da nova gestão, que encontrou um déficit de R$ 7,2 bilhões no orçamento para este ano.
“São reivindicações localizadas, às vezes coisas pequenas, mas que não foram resolvidas. Ficam paradas por anos porque o Governo não sentava para conversar com quem vive os problemas, sejam os prefeitos, a sociedade organizada, os movimentos sociais, os empresários. Será que se o povo mineiro tivesse sido ouvido o Governo do Estado teria gasto na época R$ 2 bilhões para construir aqueles prédios em Venda Nova e colocar aquele título bonito de Cidade Administrativa? Para que aquele mundo de dinheiro para construir aqueles prédios? Havia tanto jeito de resolver. Então porque não chegou perto das pessoas e consultou sobre qual é a real necessidade do Estado?”, ressaltou o governador.

 Liza com Nísio Miranda, do Observatório de Políticas Metropolitanas da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de BH

O território
O Território de Desenvolvimento Metropolitano é integrado por 90 municípios, divididos em 11 microterritórios: Belo Horizonte, Nova Lima, Caeté, Betim, Contagem, Guanhães, Itabira, João Monlevade, Ouro Preto, Sete Lagoas e Vespasiano.
Os grupos são articulados envolvendo representantes do Governo do Estado, de órgãos federais de expressão regional, prefeitos, vereadores, entidades empresariais e sindicais e representantes do Poder Legislativo estadual e federal, além de representantes da sociedade civil, que serão maioria nos colegiados.
Esta foi a décima terceira instalação de um Fórum Regional, do total de 17 a serem inaugurados. Mais de 12 mil pessoas já participaram dos encontros em várias regiões do estado. Os dados irão ajudar na elaboração do Plano Plurianual de Ações Governamentais (PPAG) e do Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI).
“Os fóruns nos permitem cumprir o compromisso de trabalhar com transparência para diminuir as desigualdades sociais, criando uma proposta de desenvolvimento regional. As prioridades escolhidas pela população estarão em uma lei que irá orientar o trabalho do Governo nos próximos quatro anos”, explicou o secretário de Estado de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães.