Todo dia é dia de preservar a Biodiversidade, mas de 21 a 25 de maio o munido comemora a Semana Internacional da Biodiversidade e a água continua sendo o foco principal. Por isso nunca é demais lembrar a importância do uso racional dos nossos recursos hídricos. É exatamente pela água potável ser um bem fundamental à vida, que estou propondo uma Emenda Constitucional (PEC 30/2012) a fim de que a disponibilidade de água possa ser garantida pelo Estado a todos os cidadãos, independentemente de pagamento, sobretudo para a população economicamente desfavorecida. Este é mais um projeto do qual me orgulho de ser autora e que está pronto para ser votado no Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Inclusão verdadeira!
A professora é Down
Débora Seabra venceu preconceitos, alfabetiza crianças e é um exemplo de como a inclusão de pessoas com deficiência é possível
Mariana Brugger![]() | ||
| VITÓRIA Débora Seabra e seus alunos: ela é a primeira professora Down do País |
Débora Seabra tem 31 anos e é professora de uma turma de alfabetização com 28 crianças de 6 e 7 anos na Escola Doméstica, instituição de ensino particular, em Natal (RN), onde nasceu. Ela é muito querida pelos alunos e pais. Seria uma situação comum se Débora não tivesse síndrome de Down. Na guerra pela inclusão travada diariamente por familiares e por portadores da síndrome, Débora é uma vitoriosa. Ela é a primeira professora, formada em nível médio, nesta condição no País.
A professora potiguar é o resultado de uma nova postura no trato de pessoas com Down: incluir e capacitar, em vez de esconder. Cerca de 25 jovens estão no mesmo caminho — entre os que estão na faculdade e os que já se formaram. Outros 50 ingressam em cursos profissionalizantes a cada ano. “No Brasil atual, a pessoa que tem Down encontra portas abertas na cultura, nos esportes e em diversos setores”, diz Débora Mascarenhas, psicóloga do Movimento Down. “É uma grande conquista para nós.” Mas nem tudo são flores.
Segundo a atual legislação, pessoas com deficiência podem participar dos sistemas de cotas, tanto para ingressar em universidades quanto para trabalhar. Empresas com mais de 100 empregados são obrigadas a destinar entre 2% e 5% das vagas a funcionários com esse perfil. Mas a mesma lei determina que quem tem deficiência intelectual e recebe pensão perca este direito ao começar a trabalhar. É uma situação de insegurança porque os portadores de síndrome de Down têm a saúde mais frágil – metade tem problemas cardíacos. O ex-jogador de futebol e atual deputado federal Romário (PSB-RJ), pai de uma criança com a síndrome, luta para ampliar os direitos de quem tem Down.
São atitudes como a da escola potiguar, porém, que dão uma colaboração gigantesca na luta contra o preconceito, pois desde cedo as crianças aprendem a conviver com a diversidade. Um aluno, por exemplo, perguntou a Débora por que ela falava “engraçado” e ela explicou que é um pouco diferente dos demais. “A gente conversa muito sobre inclusão nas aulas. A síndrome de Down é apenas uma característica minha, nada mais. Sei que minha história é um exemplo para eles”, afirma ela. Segundo a diretora Ângela Guerra Fonseca, um pai só descobriu que a professora é Down numa reunião ao conhecê-la. Mas não quis tirar o filho da escola porque, para o garoto, ela era apenas mais uma professora. “Débora já faz parte do nosso ambiente e aqui ninguém a vê como diferente, nem pais nem alunos”, afirma Ângela.
Fonte: Revista Época
terça-feira, 21 de maio de 2013
AUDIÊNCIAS PÚBLICAS DISCUTEM A CRIAÇÃO DA REGIÃO METROPOLITANA DO TRIÂNGULO
O
projeto de criação da Região Metropolitana do Triângulo Mineiro, de autoria da
Deputada Estadual Liza Prado, foi pauta de audiências públicas nas Câmaras
Municipais de Uberlândia e Uberaba nesta segunda-feira (20/05). Os encontros
serviram para discutir o desenvolvimento e os ganhos, tanto municipais quanto
para a Região em decorrência da proposição. As audiências permitem ter uma
visão mais uniforme quanto aos avanços e soluções para problemas ligados,
principalmente, a transporte público, saneamento básico, saúde pública e
educação. Outro aspecto importante é uma maior facilidade de acesso a recursos
públicos aos municípios integrantes.
O
Projeto de Lei Complementar (PLC) 32/12, da deputada Liza Prado, que cria a
Região Metropolitana, compreende 66 municípios que, de alguma forma, possuem
ligações sociais ou econômicas. Essas audiências também serão necessárias para
subsidiar os estudos técnicos necessários para a aprovação da Lei. Neste
sentido, serão avaliados itens específicos tais como densidade populacional,
crescimento demográfico e perspectivas de desenvolvimento global, entre outros.
No que
depender dos deputados da região a aprovação já está garantida. Segundo o
deputado estadual e presidente da ALMG, Dinis Pinheiro, o movimento político é
favorável à aprovação da Região Metropolitana do Triângulo Mineiro. “Teremos o
momento adequado para isto. Os trabalhos estão caminhando bem e até o momento
as manifestações são positivas”, afirmou.
Segundo
Liza Prado, a bancada do Triângulo na ALMG, formada por 12 parlamentares, está
afinada na viabilização da RMTM. Para ela, a hora é esta, pois os municípios
estão unidos, independente de partido político. Liza defendeu o desenvolvimento
regional com qualidade para todos os municípios. As duas audiências contaram
com a presença expressiva de lideranças políticas incluindo deputados,
prefeitos, vereadores, representantes da AMVAP e AMVALE, além das lideranças
comunitárias e empresariais da região.
Sob a
liderança da deputada estadual Liza Prado, autora da Proposição, participaram
das audiências também os parlamentares Elismar Prado (PT), Luiz Humberto
Carneiro (PSDB), Tenente Lúcio (PDT), Leonídio Bouças (PMDB) e Adelmo Carneiro
Leão (PT) e o deputado federal Weliton Prado (PT).
Para ter uma ideia da repercussão na
Imprensa sobre a Criação da Região Metropolitana do Triângulo Mineiro, clique
nos links abaixo:
segunda-feira, 20 de maio de 2013
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Inclusão da Pessoa com Deficiência será tema de Audiência Pública em Varginha
A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) quer ir a Varginha (Sul de Minas) para conhecer os problemas das pessoas com deficiência na região e medidas que estão sendo tomadas em defesa desse segmento da população. A solicitação, aprovada na reunião desta quinta-feira (16/5/13), é de autoria da deputada Liza Prado (PSB). Na oportunidade, foi aprovado, ainda, requerimento, também da parlamentar, para debater assuntos como inserção no mercado de trabalho, rede de cuidados e proteção ao idoso.
A representante do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência, Kátia Ferraz, destacou que, também na próxima segunda-feira (20), a entidade realiza um debate com o objetivo de buscar ações que fomentem leis que garantam espaço no mercado de trabalho para os deficientes.
Assunto também tratado na reunião foi levantado pelo professor da PUC Minas, Camilo Machado, que falou sobre audiência pública que a Assembleia irá promover, no dia 29 de maio, para tratar dos resultados do último Congresso Nacional do Idoso.
Outra atividade em pauta na comissão foi destacada pelo deputado Glaycon Franco (PRTB). Em sua fala, ele convidou os presentes para a audiência pública que acontece no dia 23 de maio, para debater a rede de cuidados da pessoa com deficiência do Sistema Único de Saúde (SUS).
Ao final da reunião, o assessor parlamentar da Câmara Municipal de Betim, Rodrigo Bravim, e a representante da Comissão Regional do Transporte, Sirlene Alves, pediram aos deputados e vereadores que apoiem os proprietários de táxis na adaptação dos carros para prestar um serviço de qualidade às pessoas com deficiência. Isenção de impostos e mudanças na legislação foram sugeridas como forma de motivar a renovação da frota.
Mobilidade urbana – O presidente da Comissão dos Direitos dos Portadores de Deficiência da Câmara Municipal de Betim, vereador Joaquim Bracinho, defendeu a importância de ações que adaptem as cidades à mobilidade dos deficientes. Para tanto, convidou os deputados para uma audiência que acontece na prefeitura municipal, na próxima segunda-feira (20), sobre o problema.
Neste sentido, a deputada Liza Prado lembrou que a Assembleia terá uma programação especial sobre o tema Mobilidade Urbana ao longo deste ano.
Criação da Comissão da Verdade em MG tem parecer favorável e segue para o Plenário
Assim como acontece em nível federal, Minas Gerais poderá ter a sua Comissão da Verdade, com o objetivo de apurar crimes como prática de tortura e assassinatos praticados por agentes públicos durante a ditadura militar. A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, nesta quinta-feira (16/5/13), parecer de 1º turno favorável ao Projeto de Lei (PL) 3.296/12, da deputada Liza Prado (PSB), que cria a Comissão da Verdade Herbert de Souza. O projeto agora segue para o Plenário, em 1° turno.
Em seu parecer, o relator, deputado Durval Ângelo (PT), opinou pela aprovação da matéria na forma do substitutivo nº 1, que mantém todos os objetivos do projeto, mas retira o nome de Herbert de Souza da comissão. O deputado explicou que a mudança visa unificar a nomenclatura das comissões semelhantes que estão sendo criadas nos demais Estados. Assim, o nome proposto é Comissão da Verdade em Minas Gerais (Covemg). Minas será a 17ª Unidade da Federação a criar a Comissão da Verdade, cuja composição terá sete membros indicados pelo Estado, “identificados com a defesa da democracia, das instituições e dos direitos humanos”.
O parecer do deputado Durval Ângelo também opina pela rejeição da emenda nº 3, apresentada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que altera a redação dos incisos II, IV e VIII do artigo 5º. De acordo com o relator, a redação original deve ser mantida porque é a mesma adotada em âmbito nacional e mais efetiva "em face da exiguidade temporal para as atividades previstas", que é de dois anos. Os dispositivos modificados pela CCJ tratam das prerrogativas da comissão de requisitar informações, proteção a testemunhas ameaçadas e outros auxílios do poder público. As emendas 1, 2 e 4, também apresentadas pela CCJ, aperfeiçoam a técnica legislativa e foram incorporadas ao substitutivo nº 1.
Presente à reunião, a autora do projeto, deputada Liza Prado, comemorou o avanço da proposição na ALMG. Segundo ela, o trabalho desenvolvido em Minas vai subsidiar a Comissão da Verdade nacional, ouvindo pessoas que sofreram e até mesmo as que praticaram tortura durante o regime militar, além de recolher documentos importantes para esclarecer episódios ocorridos naquele período. “É preciso que a sociedade civil perceba a importância de termos um governo democrático, pois um regime autoritário é capaz de muitas atrocidades”, lembrou a deputada.
O ex-vereador e vice-presidente da Associação dos Amigos do Memorial da Anistia, Betinho Duarte, aplaudiu o projeto e disse que a Comissão da Verdade vai ajudar a esclarecer, se não todos, pelo menos alguns dos 58 assassinatos e desaparecimentos de militantes de esquerda mineiros durante a ditadura militar.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
TRIBUNAIS REGIONAIS FEDERAIS EM MINAS
A Deputada Estadual Liza Prado, em
conjunto com deputados estaduais Adalclever, Fred Costa, Luiz Henrique e Diniz
Pinheiro, recebeu dia 15 de maio um grupo de juízes federais que estão
empenhados na mobilização em favor da promulgação da PEC 544, que instaura
quatro novos
Tribunais Regionais Federais (TRFs) com sedes em Minas Gerais, Paraná,
Bahia e Amazonas. Durante o encontro, o juiz Ricardo Rabelo, diretor da
Associação dos Juízes Federais de Minas Gerais (Ajufemg) afirmou: “Não vamos
abrir mão do TRF mineiro. Sairá de Belo Horizonte a primeira grande passeata
pela criação, de fato, dos novos tribunais”. Para isso, será realizado um ato
de apoio à PEC dia 29 de maio, às 10h30, no salão nobre da Assembleia.
LIZA PRADO É NOMEADA REPRESENTANTE DAS ENFERMEIRAS E ENFERMEIROS
Enfermagem cobra melhores condições de trabalho
Profissionais da área, presentes
em reunião da Comissão de Trabalho, reivindicam piso salarial e jornada de 30
horas.
A reunião contou com ampla presença dos
profissionais de enfermagem
Condições precárias de trabalho, jornada exaustiva
e baixos salários. Esses foram os principais problemas levantados em audiência
pública da Comissão do Trabalho, da Previdência e da Ação Social da Assembleia
Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizada nesta quarta-feira (15/5/13). A
reunião, que contou com ampla presença de profissionais que integram a
Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais.
Profissionais relatam problemas enfrentados pela
categoria
Berenice de Freitas Diniz, que representou o
Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde de Minas
Gerais (Sind-Saúde), destacou que é importante discutir o piso salarial e
a redução da jornada, mas sem que haja diminuição do salário. “Quem faz a área
da saúde são os profissionais. Enfermagem só é desvalorizada porque
historicamente conta com mais profissionais mulheres. Então é uma questão de
gênero também”. Ela salientou os principais problemas enfrentados pelos
trabalhadores, como assédio moral, falta de insumos para a atividade e jornada
exaustiva.
O presidente da Associação Sindical dos
Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais, Carlos Augusto dos Passos Martins,
falou que o movimento feito no ano passado a favor da categoria busca a
valorização dos profissionais. “Precisamos mostrar para todos que temos poder
de mobilização e de reivindicação. Não podemos correr o risco de que o projeto
que está na ALMG fique anos tramitando, como a matéria que está no
Congresso Nacional”. Ele propôs que, no Estado, os profissionais de enfermagem
se mobilizem para que o texto seja aprovado ainda neste ano. Martins pediu
também o compromisso dos deputados.
Para o diretor da Federação dos Empregados em
Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado de Minas Gerais, Juvenal
Araújo, faltou na reunião a presença dos proprietários dos hospitais. Ele
destacou uma série de viagens, uma parceria da federação com o Conselho
Regional de Enfermagem, para debater o assunto em diversas cidades do Estado.
“Nós exigimos que esse projeto passe pela CCJ”.
Já o presidente do Conselho de Enfermagem, Rubens
Schroder Sobrinho, reforçou a importância da aprovação do projeto. “Nós estamos
cansados. A enfermagem precisa ser valorizada pelo cuidado ao ser humano 24
horas por dia”. Ele falou ainda sobre as condições de trabalho em todo o País.
“São caracterizadas pelo desrespeito à categoria, com o não pagamento de
férias, 13º salário, insalubridade e, ainda, com a falta de equipamentos
adequados, ficando expostos aos riscos”, disse. Sobrinho destacou a presença de
diversos profissionais do interior na audiência.
A diretora da área da saúde do Sindicato dos
Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel), Ilda Aparecida de
Carvalho Alexandrino, registrou a greve dos servidores do setor em Belo
Horizonte por causa das más condições de trabalho. “Essa reunião hoje é um
marco, porque há um ano, não tínhamos nem projeto que previa piso para a
categoria. Mas precisamos de mais avanços”, cobrou.
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